Os Paramore estão de regresso com o álbum “Brand New Eyes”. Apesar do êxito que alcançaram à conta de músicas como ‘Decode’ e ‘CrushCrushCrush’, a gravação do terceiro álbum do grupo norte-americano - o sucessor de “Riot!”, de 2007 - não foi propriamente fácil.
«Passámos por muitas coisas complicadas enquanto banda. (…) Estamos todos a crescer e, por vezes, quando estás a crescer, nem sempre cresces em conjunto. E quando não falas sobre isso, acabas por te distanciar. Senti muito isso nos últimos anos. Nunca falámos sobre isso porque nem tinhamos tempo para isso», confessou Hayley Williams à MTV. Por isso, quando finalmente tivémos tempo para escrever estas canções – e eu e o [guitarista] Josh [Farro] já não escreviamos há algum tempo, à parte do que fizémos para o “Crepúsculo” – e de repente lá estávamos fechados num quarto juntos. E foi do género “hey, bora lá escrever um álbum maior do que “Riot!”. Todas as pessoas estão à espera disso”. Isto não me pareceu saudável, não estávamos a ser nós próprios, sabes? Senti que não foi assim que começámos…», completou. Como se tudo isso não fosse suficientemente complicado, Hayley Williams ainda começou a achar que poderia estar a expôr-se demais nas letras. Além disso, a cantora começou a duvidar das suas capacidades enquanto compositora e líder, algo que, para quem já a viu em palco, parece difícil de acontecer. No entanto, foi o que se passou e estava a degradar a relação com os restantes elementos da banda. «Não quereria tocar com mais ninguém, percebes? Não duvidava deles como duvidava de mim própria», explicou. «Estava a escrever as letras e achava que não eram boas... Perguntava-me se estaria a ser honesta comigo própria... Tinha dúvidas de que seria o álbum correcto...», disse Williams. A maré de dificuldades terminou com a visita do produtor Rob Cavallo, que lhes assegurou que eles tinham tudo para ultrapassar o poder de “Riot!”. Assim, a tensão que existia desapareceu e surgiu ‘Ignorance’, uma música com o power pop habitual dos Paramore. «Lembro-me de falar com todos, naquela que senti que foi a primeira conversa real que tivemos em muito tempo. Fomos todos muito honestos uns com os outros e falámos sobre o que aconteceu nas nossas vidas nos últimos dois anos. Foi do tipo “hey, perdi a proximidade que tinha contigo... Vamos recuar um pouco”. E uma vez que isso estava feito, voltámos a ser o que erámos e voltámos a estar perante todas as razões que nos levaram a formar a banda e a querer tocar juntos», afirmou Hayley. «Somos uma banda melhor por termos passado por tudo isto. Não sei o que vai acontecer a seguir, mas estamos preparados», assumiu a cantora. Mourinha este post é dedicado a ti, porque sei que adoras os Paramore.Beijinhos*
Chris Wolstenholme verbalizou aquilo que muitos fãs acusam a banda britânica de fazer.
Chris Wolstenholme, baixista dos Muse, disse em entrevista à BBC que o facto de a banda ter "emprestado" três canções às bandas-sonoras dos filmes de vampiros adolescentes da saga Twilight foi um pouco como "vender a alma".
"Não sei o quão fixe é entrar neste tipo de coisas, mas às vezes tens de divulgar a tua música de formas diferentes. Tens de agarrar qualquer oportunidade para chegar lá e às vezes tens de vender a tua alma", explicou o músico, referindo-se particularmente ao facto de a banda ter conseguido desta forma ter sucesso nos Estados Unidos.
Recorde-se que os Muse contribuiu com os temas "Supermassive Black Hole" para Crepúsculo, com "I Belong to You" para Lua Nova e com "Neutron Star Collision (Love Is Forever)" para Eclipse.
Sei que não é o meu tipo de música mas não sei...amo esta música! :S Se calhar é por me identificar tanto com ela. Eu não gosto muito das músicas do Eminem mas todas elas tem uma mensagem muito forte e é disso que eu gosto numa música.
Homenagem aconteceu recentemente no festival de Coachella
Os Muse apresentaram recentemente, no Festival de Coachella, nos Estados Unidos, um pequeno "medley" com temas dos Nirvana: "School" e "Endless Nameless". Veja aqui o vídeo: